Como nasceu o SiGA - parte 1: uma idéia e um layout.
A partir desta semana vamos publicar o nascimento da nossa empresa e como o nosso software de gestão de agências de comunicação nasceu, cerca de 8 anos atrás.
Em 2000 eu era sócio de uma pequena agência de publicidade em Porto Alegre chamada B2B, junto com o Cristian e o Dan, quem me conhece sabe de quem estou falando.
Uma das primeiras coisas que fiz ao entrar foi organizar e automatizar os processos burocráticos da nossa pequena empresa. Para essa empreitada resolvi montar um banco de dados relacional, acreditem, em Approach, o banco que vinha com o Lotus Smart Suite.
Não preciso dizer que ele era BEM limitado, mas quebrava o galho e a gente conseguia fazer as autorizações de mídia, pedidos de produção e orçamentos sem muitos problemas, além do Pedido Interno de Trabalho - PIT.
O tempo passou e eu saí da B2B pra ir trabalhar como diretor de arte na extinta Agência Um, mas o meu “programinha” ficou lá e passou pelas mãos de outras pessoas. Uma delas foi a Lisi. Pois bem, depois de um tempo saí da Um e fui trabalhar na AGB Photo Library, fazendo design de catálogos e tratamento de imagens. Um belo dia a Lisi me liga dizendo que estava trabalhando em uma determinada agência e que eles queriam um programa como o que fiz lá na B2B.
Eu topei na hora mas não programava fazia tempo, nem mesmo em Access! A minha idéia principal era que o software fosse acessível em qualquer plataforma, pois eu sabia que criação normalmente é Mac, daí chamei o cara do Ti lá da AGB - que estava montando o site e a extranet da empresa - e propus pra ele. Fiz um “layout” e levei para eles, que a princípio gostaram mas queriam a ferramenta pronta e pra logo. Não foi dessa vez, mas a semente já estava plantada.
Acima uma imagem do que levei pra eles, que ainda tenho guardado. Nem preciso comentar a tosquidão, mas ali estava nascendo o nosso já conhecido nacionalmente, SiGA.
Próximo artigo: procura-se um programador.


Feitas as eliminações, partimos então para algo que nos identificasse. Surgiram algumas idéias absurdas que nem me atrevo a colocar aqui no blog, foi quando o Felipe veio com uma idéia bem simples: mostrar onde estávamos, não quem éramos!